Suave é a noite – de F. Scott Fitzgerald.

18 abr

A geração dos anos loucos viveu desenfreadamente: bebeu, amou, sofreu e enlouqueceu. Mas, acima de tudo, descreveu a solidão do indivíduo de maneira magistral. E Scott Fitzgerald foi um dos mais sensacionais desses “americanos em Paris”, tornando-se um ícone do movimento e da época. Há muito de auto-biográfico em Suave é a noite, além da exímia narrativa. A semelhança entre Nicole e Zelda é evidente. Ofuscado pelo sucesso de O Grande Gatsby, este é um livro intimista e sem tantas pretensões, mas igualmente brilhante.

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